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Há tempos vinha procurando alguém que tivesse um histórico fotográfico inusitado. E agora chegou pelas mãos do fotógrafo Boaventura de Castro, um homem que, movido pela curiosidade e a vontade de saber como lidar com a arte da fotografia, fez muita gente sorrir ao ver seus retratos. Por onde ele andou deixou impresso o rosto e a história de muita gente que se não fosse pelo trabalho dele não teria outro meio de preservar suas historias de vida.
Esse trabalho feito por ele é uma forma de inclusão social, mestre Boaventura (chamo de mestre porque e ele faz um trabalho de mestre com sua experiência) embora hoje ele diga que não tinha nenhum projeto social em mente, mas já fazia isso desde aquela época porque preservar a história e a cultura de um povo, especialmente das pessoas por ele ali retratadas tem muito a ver com o social e ele ainda o faz até hoje ao ceder seus equipamentos para universidades e orgãos culturais.
Assim como ele também temos o exemplo do Dr.Cláudio Brito em Belém-PA que movido pela solidariedade com a dor alheia fundou e Associação Sarapó que cuida de meninas traumatizadas pelo escalpelamento, esse trágico acidente nos rios da Amazônia que não deveria mais ocorrer, mas continua fazendo vítimas devido ao desinteresse de algumas pessoas que poderiam mudar isso facilmente.
Com esses dois exemplos de pessoas podemos ver que todos podem colaborar para a preservação da cultura e o bem estar social, bastando apenas ter a disposição para realizar e muitas vezes isso custa tão pouco, outras quase nada. 
Ric
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