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Na atualidade, a questão das drogas atingiu tal magnitude que, quotidianamente os meios de comunicação se ocupam do tema, tanto na veiculação de campanhas preventivas, quanto noticiando os altos índices de criminalidade resultante do uso ou do tráfico de drogas.
O uso indevido de drogas, tanto lícitas (aquelas que são comercializadas legalmente, como o cigarro e o álcool), quanto ilícitas (proibidas por Lei, como maconha, cocaína, crack, etc.), passou a ser reconhecido como uma grande ameaça à sociedade. Países do mundo inteiro tem investido valores significativos para o controle das drogas ou em função de suas conseqüências.
Muito mais importante que a preocupação com os custos, é a constatação das conseqüências nefastas como o número elevado de pessoas que têm suas vidas comprometidas ou ceifadas pelo consumo de drogas ou por relação direta ou indireta com o tráfico. Os efeitos refletidos ou provocados pelo problema são perceptíveis em toda a sociedade, não escolhem classe social, raça, religião ou nível cultural, nem se restringem ao usuário, mas afetam todas as áreas de convívio: a família, os amigos, a escola, a comunidade, etc.
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Foto: Jan Roger Johannesen |
Duas questões se fazem necessárias: o tratamento para os que já estão dependentes e principalmente a prevenção para que se evite a propagação e a inclusão de novos usuários.
Um dos principais focos do trabalho de prevenção é o adolescente. Nesta fase acontecem muitas mudanças, internas e externas, desencadeando questões pessoais, morais e existenciais. Em processo de construção de identidade, necessita fazer escolhas que o diferencie da criança, mas que não o transforme em adulto precoce. Essas questões podem deixar o adolescente vulnerável às influencias das drogas, principalmente o tabaco e o álcool, cujo acesso é facilitado. |