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Por onde começar?
Por: Bman Castro
 
Foto: Boris Peterka

      Neste mês, dando continuidade ao tema abordado na edição passada, estaremos sugerindo algumas dicas de como se preparar e buscar alternativas no mercado de trabalho. Este mercado que tem se mostrado cada vez mais exigente, e não poderia ser diferente, em face a necessidade cada vez mais acentuada de profissionais qualificados e dispostos a enfrentar desafios cada vez maiores. As dicas aqui apresentadas decorrem de uma análise simples, não conceitual, mas trazidas das experiências adquiridas ao longo de 5 anos na área de recrutamento e seleção de pessoas.

       A minha primeira dica é: estudar e aprender, aprender e estudar, sempre. Não interessa se a ordem é esta, desde que seja, sempre! A educação será a base de sua capacidade para competir.

       Outras dicas bem simples podem ajudar na conquista por uma vaga.

  • Prepare um cartão de visitas com seus dados (nome, endereço, telefone, e-mail etc) mesmo que você ainda não esteja trabalhando é muito importante. Ele é elementar para construir uma rede saudável e, porque não, produtiva de relacionamentos.
  • Foto: Luiz Baltar
    Seu currículo deve estar atualizado e dentro dos padrões de estética exigidos na atualidade. Se a experiência ainda não é muita, demonstre investimentos no futuro como, por exemplo: viagens, cursos, idiomas, informática, atividades onde tenha desempenhado papel de liderança ou demonstrado capacidade de trabalhar em equipe, atividades sociais e culturais ou ainda algum trabalho voluntário junto à comunidade. Esse último, tem sido avaliado de maneira significativa junto ao pessoal de RH/DH.
  • A hora considerada mais difícil é sem dúvida a da entrevista, que também é um momento de seleção, portanto, não dê motivos para ser cortado à toa. A entrevista não é hora de gracinhas ou de confronto, mas de conhecimento mútuo e esclarecimentos sobre as expectativas do candidato e da empresa. É importante também pensar em perguntas que poderiam ser formuladas e em respostas coerentes com seus valores. Mas cuidado, não pense nas conhecidas perguntas que as empresas costumam fazer, como por exemplo: Diga-nos quais são seus pontos fortes e fracos? O que gerou seu interesse por nossa empresa? Como você acha que pode contribuir com a nossa empresa? Essas perguntas não necessariamente podem ocorrer, e se você vai para uma entrevista “ensaiando” as respostas, pode ter uma grande decepção. Portanto, não tem perguntas e nem respostas prontas, isso varia muito do objetivo daquela vaga e do  profissional que está entrevistando.
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