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O álcool é considerado uma droga psicotrópica, ele é consumido em bebidas vendidas comercialmente. O teor alcoólico - porcentagem de álcool presente na bebida - varia de acordo com a marca e com o tipo de bebida.
Existem duas maneiras de produção da bebida alcoólica: fermentação ou destilação. A cerveja, por exemplo, é produzida por fermentação, com baixo teor alcoólico, variando entre 4% a 9%, dependendo do país onde ela é produzida. Já os destilados, como o wisky, a pinga e a vodka possuem teores alcoólicos mais elevados, que podem chegar a 45%.
Os efeitos do álcool no organismo variam de acordo com o tipo de bebida ingerida, organismo do consumidor e quantidade e constância de consumo. Os efeitos são os mais variados, desde um simples mal-estar podendo chegar à falência múltipla dos órgãos e até a morte. A mistura de bebidas - fermentadas com destiladas - contribui para potencializar os efeitos do álcool.
O seu consumo causa, em primeira instância, euforia, desinibição e sociabilidade. De acordo com o aumento da dose, os efeitos passam a ser mais depressivos, causando falta de coordenação motora, diminuição sensitiva, descontrole, sono e uma espécie de coma, denominado coma alcoólico. Ele pode deixar o consumidor com o rosto vermelho, causar dor de cabeça, dificuldade de fala e mal-estar seguido de vômito. O uso contínuo do álcool traz conseqüências graves, como doenças em todos os órgãos do corpo humano, em especial o estomago, o fígado, o coração e o cérebro.
O álcool está intimamente ligado ao aparecimento de certas doenças como a cirrose, gastrite, polineurite, anemia, pelagra e úlceras cutâneas. Além disso, ele causa deficiência de certas vitaminas como: B1, B2, B6, B12 e C. Pode afetar também a parte do cérebro que controla a freqüência respiratória e cardíaca.
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