Mas como desenvolver uma habilidade especifica? Como por exemplo, a habilidade de influenciar as pessoas? Quando nós temos empatia pelas pessoas que estão à nossa volta, no caso, os liderados, sabemos entender suas ânsias e seus desejos, compreendemos seus problemas e limitações, enfim, efetivamente conseguimos nos colocar em seu lugar, conseguimos descobrir o que faz com que essas pessoas ajam, com que elas se motivem. Não importa como você líder pode fazer isso, que estratégias você poderá usar para persuadir seu liderado, enfim, o mais importante é lembrar que você está trabalhando com gente e gente gosta de se sentir útil, desde que se dê oportunidade para tal.
E a posição de liderado? Como desenvolver um comportamento que venha a trazer benefícios às relações entre você liderado e uma chefia austera, baseada no autoritarismo? Não é fácil, mas é possível sim! Em primeiro lugar o diálogo é primordial nesta relação, tendo a clareza na comunicação um fator predominante e também o que eu chamo de cumplicidade. Em ambas as partes, lideres e liderados, devem exercer uma relação de cumplicidade na conquista de seus objetivos. O mais importante em tudo isso é buscar alternativas, para que as relações se tornem além de profissionais, prazerosas, e que o crescimento mútuo seja observado. Acabou-se a era do “manda quem pode, obedece quem tem juízo” o que determina em uma relação de pessoas que trabalham juntas, mesmo que hierarquicamente tenham posições diferentes, é a certeza de que os mesmos objetivos serão alcançados se houver o empenho de todos. O relacionamento deverá ser baseado em princípios éticos e não moralistas “lavar a roupa suja em casa” ainda é uma boa técnica de aprender com os erros, e é através do diálogo que se consegue tudo isso.
Um bom líder sabe a hora de mostrar erros e ensinar através deles. Um bom liderado sabe discernir quando está errado e aprender lições que o façam não errar de novo.
Um bom relacionamento começa quando lideres e liderados entendem que não são perfeitos. |