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Para quem pensa que se trata apenas de uma ‘diversão’, saiba que existem até campeonatos mundiais disputados em várias modalidades.
Em exercício de livre associação de idéias, a palavra ‘bumerangue’ costuma ser vinculada a ‘Austrália’, ‘brincadeira’, ‘arremesso’ e ‘uma coisa que vai e volta’. Pois bem, a reportagem da FOCVM MAGAZINE foi conferir e confirmou que os adeptos dessa atividade reafirmam os adjetivos mencionados acima – mas agregam muitos mais, ressaltando que se trata, também, de um esporte que é praticado em todo o mundo.
A Fazenda Nascimento, localizada na cidade de Cotia, próxima da capital paulista, foi o cenário que acolheu o 2º Campeonato Brasileiro de Bumerangue, realizado entre os dias 12 e 15 de outubro deste ano. O evento contou com o apoio da Prefeitura de Cotia e organização da Associação Brasileira de Bumerangue (ABB).
Os 21 participantes (20 homens e apenas uma mulher, sendo alguns deles de outros Estados, como Santa Catarina e Rio Grande do Sul) disputaram as sete provas individuais previstas. No final, o grande destaque foi o bumeranguista Jerri Leu, do Balneário Camboriú (SC), que, além de conquistar o 1º lugar na classificação geral também, foi também o melhor no I Campeonato de Distância feito no Brasil, com a marca de 107 metros.
Competições
Para sabermos um pouco mais dessa modalidade esportiva conversamos com Ricardo Bruni Marx, um dos diretores da Associação Brasileira de Bumerangue, e que pratica o esporte há 20 anos. Ricardo explica que as competições são realizadas em campo plano, sem obstáculos ao vôo dos bumerangues e com marcações de distância no solo. Essas marcações são feitas a partir de um ponto e com círculos de 2 a 10 metros de raio, de 2 em 2 metros. Esses círculos são usados para a modalidade de Precisão.
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