Não se trata somente de mostrar atos violentos mas de discutir como isso está sendo apresentado, de que forma as pessoas estão fruindo essas imagens, sons, mensagens subliminares. Quem são os atores em foco e quais são os aspectos realçados, exagerados, omitidos, apagados. Como as pessoas relacionam ou não isso e como a exibição desse tipo de programa as instrumentaliza ou não para lidar com a violência na realidade cotidiana.
Fica então uma questão no ar como produzir uma outra mídia, um outro discurso que possa contribuir para a construção de uma outra cultura? Para pensar essa questão é preciso pensar a mídia num contexto mais amplo. Que iremos debater nas próximas edições.
Para saber mais sobre bulling consulte os sites:
www.bullying.com.br
www.abrapia.org.br
http://nomorebullying.blig.ig.com.br/
http://www.bsgi.org.br/noticias_2007_fevereiro2.htm
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BULLING - crianças apresentam sinais de medo |
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