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Diferente do que muitos imaginam algumas comunidades indígenas ainda sobrevivem nas proximidades das grandes cidades, é o caso dos índios Tapebas no estado do Ceará. As comunidades ficam bem próximas de Fortaleza e já entraram na era da globalização, com a preocupação na melhoria de vida e de profissionalização. No mês de maio foi realizada uma experiência com jovens índios da comunidade, que participaram de um treinamento sobre marketing e vendas para o turismo com o intuito de mudar um cenário pré-estabelecido.
Mas antes quero falar sobre os Tapebas, o nome da tribo TAPEBA deriva do tupi-guarani e representa uma variação fonética de itapeva (ita = pedra e peva = plano ou chato). Ou seja, “pedra chata” ou “pedra polida”. Hoje, a tribo Tapeba é formada por cerca de 5000 índios, distribuídos em aproximadamente 17 comunidades, sob a proteção jurídica e social da FUNAI (Fundação Nacional do Índio). Sua economia se baseia principalmente na agricultura, pesca e a venda de frutas e produtos artesanais fabricados na própria comunidade.
A proposta do treinamento sobre marketing e vendas era levar novas informações para trabalharem com um o turista que visita o Centro Cultural na Aldeia de Nossa Senhora dos Prazeres em Caucaia. O Centro expõe o artesanato, a comida típica, abriga o museu e ainda promove eventos.
Os índios tapebas já haviam participado de outros cursos sobre vendas. De modo que apenas resgataram alguns conceitos e ampliaram suas experiências através de simulações e também receberam noções de marketing.
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