Edição 27
  primeira palavra
  infocvs
  direto no olhar
  clicando pelo mundo
  missão fotográfica
  esportes
  portfólio
  vida normal
  saúde em close
  fotograma
  seus direitos
  fotorepórter
  fórum
 
direto no olhar
Sayonara Brasil
Texto e fotos Cly Bispo

       Sayonara Gomes de Oliveira Melo, nasceu em 16 de abril de 1964 em Jequié, na Bahia. Com sua mãe - também artista plástica - praticou e aprendeu desde criança a admirar a arte. Cursou Administração e Pedagogia. Atualmente Sayonara além de inúmeras viagens pelo mundo realizando exposições, vive e tem seu atelier em João Pessoa, PB.

       Sua técnica é acrílico sobre tela e pintura em couros e tecidos. A leveza das cores, formas e motivos tropicais de suas telas servem de inspiração para vários arquitetos e decoradores no Brasil e Canadá. É membro da Galeria Art-Vienna em Virgínia e da Ward-Nasse Gallery - Soho em Manhattan (EUA).
Expôs como artista convidada na sede da Nestlé em Genebra na Suíça.

       Atualmente participa de várias exposições em Portugal e em dezembro apresentou uma Mostra individual no Brasilian  American Cultural Institute em Washington. Num bate papo ela nos conta um pouco da sua vida na área das Artes Plásticas:

O que significa para você ser uma artista plástica?
Significa ser uma pessoa comum que exerce sua vocação.

Como você caracteriza sua obra e em que se inspirou para desenvolver seu estilo?
A partir do conhecimento da História da Arte, busquei desenvolver o traço e a íris das cores. No primeiro momento surreal lírico, mas também, abstrato, futurista, realista. O que mais me importa é exercitar, experimentar, buscar nos elementos novas formas de representar o que sinto. Não me preocupo com a arte, me preocupo com a vida. A arte simplesmente acontece.

Você vive exclusivamente da arte?
Atualmente sim!!

Que experiências a sua trajetória artística trouxe para sua vida?
Centenas de revelações: A coragem, humildade, paciência e a perseverança na busca dos sonhos…

Qual foi a encomenda que mais mexeu com você?
São 21 anos de trabalho, muitas delas foram relevantes, como confiar que sou capaz.
“A Sagrada Família” (Barcelona) feita ao vivo…. Olhar para aquele Monumento e descrevê-lo com pincéis foi bastante significativo para mim.

Num mundo deslumbrado com a industrialização, eletrônica e tecnologia, existe ainda espaço para a Arte?
Claro que sim! A Arte não tem fronteiras, ela tem a ver com os primórdios, com o fim e com continuidade da humanidade. A Arte funciona como registro dos tempos. As técnicas, o centro de interesse variam, mas a arte para quem produz tem a busca do insólito, do fenômeno ou do próprio “eu”.

 
Pág. 1
Indique esse site para um amigo!