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Tombada pela UNESCO, a cidade se tornou, então, uma rica amostra da engenharia romana - muito mais tarde, uniriam-se a ela construções erguidas nos tempos dos quatro reis George. Sobre a fonte de água quente que saía da terra os romanos construíram um templo em homenagem à Minerva. Pouco depois, construíram três banhos da cidade: King's Bath, Cross Bath e Hot Bath, possíveis graças à canalização da água em tubos lacrados de chumbo.
Parte desse complexo de banhos pode ser vista no Museu dos Banhos Romanos - a área mais famosa é a da piscina ao ar livre chamada Great Bath. Do subsolo do complexo ainda jorram mais de 11 milhões de litros d'água por dia, a uma temperatura constante de 46 graus centígrados. Mas nada de banho lá: no máximo, você poderá molhar as mãos; sequiser banhar-se, terá de ir a spas ou hotéis especiais locais.
Com o aumento da popularidade da cidade, no século 18 começaram a ser levantadas as grandes obras. As principais ruas e praças, em estilo clássico, foram projetadas por pai e filho, ambos chamados John Wood.
O glamour ficou por conta de Beau Nash, que pensou os monumentos e ditou o que era de bom gosto na alta sociedade. Tudo isso era encomenda de famílias abastadas que freqüentavam o balneário, enriquecido ainda com extensos parques e jardins.
O Circus é um conjunto de casas - todas com a mesma fachada - em forma de círculo construído no final do século 18. Para quem quer ver como funcionava um banho coletivo no tempo dos imperadores romanos e não tem tempo de ir a Roma, Bath é sem duvida uma atração imperdível.
Confira o video em:
http://www.youtube.com/watch?v=xeYnCp5gKW0
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